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O Thema é uma instituição para crianças de 0 a 6 anos, com uma equipe de trabalho administrativa e pedagógica e um espaço físico exclusivos,
repleto de estímulos e desafios.
A educação infantil oferece inúmeras oportunidades para a criança expressar-se por meio de atividades prazerosas: pintura, desenho, música, movimento, leitura, escrita, escultura, dança, teatro. Além disso, toda e qualquer atividade na educação infantil é permeada pelo lúdico. Tudo se transforma numa grande festa. Os jogos, os brinquedos, as brincadeiras estão sempre presentes e, o mais importante, a criança vai construindo hábitos e atitudes, competências e habilidades, valores e conhecimentos de uma forma leve, natural e agradável.
Além disso, a criança inicia a aprendizagem pela convivência. Diz um provérbio popular: “O melhor brinquedo para uma criança é outra criança”. Na educação infantil, a criança convive com outras crianças e isso é superdivertido. Ela passa a ter um grupo da sua idade para brincar, viver interessantes experiências e significativas trocas. No grupo, ela aprende as regras da convivência: dividir, partilhar, fazer valer seus direitos, respeitar o espaço e o direito do outro. É um grande ganho. Depoimentos de jovens adultos que começaram muito cedo na educação infantil revelam uma lembrança muito positiva e cheia de afetividade daquela época.
A arte é a ferramenta para o pensamento. As mãos e mentes das crianças se entrelaçam em uma alegria criativa e libertadora, por meio de uma aprendizagem real. Assim, é possível constatar como a criança argumenta e se expressa, o que produz com suas mãos, como brinca, como debate idéias, como sua investigação funciona. O plano é inserido como um desafio e envolve conhecimento de exploração e discussão em grupo. Após esta primeira fase, há representação e expressão, por meio do uso de meios peculiares: desenho, movimento, jogos, construção com materiais que abrangem a arte e a estética, que são partes essenciais da maneira como a criança compreende e concebe o mundo. Há um respeito muito grande pelas idéias das crianças nas suas variadas demonstrações, identificando esse trabalho na perspectiva de um pesquisador.
No Thema, a educação é estruturada tendo por base o relacionamento e a participação. A relação é a dimensão fundamental de conexão do sistema, entendido como uma conjunção dinâmica de forças e elementos interagindo para uma finalidade comum. É importante que a escola seja confortável, de modo que todos se sintam “em casa” e os três protagonistas principais – educador, criança e família - possam incorporar maneiras de intensificar suas relações, garantindo total atenção aos problemas da educação e ativando a participação e a pesquisa. A intensa atividade na exploração e criação em grupo refina habilidades de comunicação e ajuda o grupo a manter-se aberto e receptivo a mudanças.
O objetivo do projeto educacional do Thema é criar uma criança protagonista, investigadora, capaz de descobrir os significados das novas relações e de perceber os poderes de seus pensamentos por meio da síntese de todas as linguagens: expressivas, comunicativas e cognitivas.
Nos projetos, são utilizadas estratégias didáticas que facilitam o contato da criança com situações intelectual e emocionalmente desafiadoras. Como todo o percurso é registrado, documentado e exibido, a criança tem permanente contato com a linguagem escrita. O grupo tem a professora e a co-professora. Enquanto uma atua diretamente, a outra registra tudo: as discussões surgidas, as hipóteses formuladas, as tentativas de resolução dos problemas. Como ela escreve o tempo todo, acaba aguçando a curiosidade da criança à escrita. A literatura também é presença constante, o que incita o gosto pela leitura e sua aprendizagem.
As crianças podem comunicar seus pensamentos e seus saberes, seus sentimentos e sua imaginação por meio de múltiplas linguagens e, entre elas, nenhuma se destaca. É essencial a descoberta de que o que aprendemos pode ser falado, mas pode também ser interpretado, desenhado, musicado, dançado, enfim, expressado por diferentes vias. É essencial que as crianças conheçam, experimentem e respeitem todas essas linguagens e saibam descobri-las em sua relação com o mundo, com a alegria e com a vida.
Neste sistema educacional, há mudança de paradigma no relacionamento adulto-criança: a hierarquia dos que sabem e dos que não sabem, dos que mandam e dos que obedecem é substituída por um relacionamento fundamentado em essencial parceria e centrado em torno de um projeto, visando à conquista de algum saber, de alguma vivência e de algumas conquistas. São relacionamentos que contêm interesses e envolvimentos mútuos e, uma vez que não existem lições pré-especificadas e formais que todas as crianças precisam aprender, os professores e os pais podem criar múltiplos jogos e atividades que contribuam para o entendimento mais amplo do tópico que define a meta do projeto escolhido.
Substituímos a visão de um mundo de conhecimentos organizados em disciplinas escolares por um outro, em que as lições de todas as áreas do saber se insinuam por meio de um projeto, no qual o tema é de interesse das crianças. Por exemplo, quando se desenvolveu o projeto “Egito Antigo”, as crianças estudaram a língua portuguesa, pesquisaram, redigiram textos e aprenderam muito.
Os professores se comunicam com sinceridade, seriedade e muito interesse pelas idéias das crianças em suas várias formas de expressão, ocorrendo uma parceria de profunda relação afetiva e de plena interação pedagógica.
O carinho, a ternura e o sentimento de afeto e respeito que os educadores nutrem pelas crianças de maneira alguma os distancia da imensa responsabilidade de dizerem “não” e de estabelecerem, junto com as crianças, regras que todos devem cumprir.
Currículo
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A pedagogia, campo de conhecimento para se alicerçar uma orientação curricular, cede lugar a um psicologismo simplista, de cunho cognitivista, com base no qual se subordina a uma estrutura educacional de outra ordem, que é do ensino fundamental.
As concepções educacionais na pré-escola, segundo a proposta, dividiram-se em duas grandes correntes, uma voltada para o desenvolvimento infantil, outra para o desenvolvimento de aprendizagens específicas, privilegiando-se ora uma, ora outra.
Se a criança vem ao mundo e desenvolve-se em interação com a realidade social, cultural e natural, é possível pensar em uma proposta educacional que lhe permita conhecer este mundo, a partir do profundo respeito por ela. Ainda não é o momento de sistematizar o mundo para apresentá-lo à criança: trata-se de vivê-lo, de proporcionar-lhe experiências ricas e diversas.
Kuhlmann
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LINGUAGEM PORTUGUESA
LINGUAGEM PORTUGUESA
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Projeto
Projeto
Acreditamos que organizando parte significativa do trabalho sob o formato de projetos, conseguiremos trabalhar com situações que abordem as práticas de linguagem, de maneira significativa e real, mesmo quando lidamos com aprendizes bem pequenos.
O trabalho com projeto supõe uma postura pedagógica que rompe com uma visão compartimentada e fragmentada da educação escolar e, como tudo aquilo que rompe, precisa de força, impulso de vida, desejo de ser. Assim como a borboleta que rompe o casulo, fazemos com as idéias, como os novos paradigmas. É preciso acreditar que o motivo do rompimento traz uma prática melhor.
A escolha do tema... sabemos que há várias interpretações e opiniões sobre como desenvolver a prática de projetos, desde a tendência argentina (que propõe o trabalho de projeto como uma única área do conhecimento), a linha montessoriana, até o desenvolvimento de projetos na educação italiana (que constrói o projeto desde o início com as crianças, inclusive a escolha do tema).
As crianças participaram de um trabalho excitante, que inclui tomada de decisões sobre o que representar, como coordenar esforços e resolver visão conflitante dos vários colaboradores do projeto. Uma vez que a mente tanto do professor quanto da criança encontra-se em questão de real interesse para ambos, a mente do professor também é engajada. Eles parecem mais interessados em fazer sugestões, em ouvir atentamente idéias e perguntas das crianças, em encorajá-las para responderem às idéias umas das outras e estão especialmente de auxiliá-las exageradamente. (Rabitti, 1999)
Uma história possui uma dimensão mínima e pode ter uma dimensão infinita...
O enredo de uma história aumenta a motivação, que se constrói através de histórias longas e complexas... Num projeto demorado, acontecem muitas histórias, esperadas e não, previstas e imprevistas... E nós, adultos, precisamos ter a paciência de esperar. O fator tempo é um fator importante, geralmente excluído pela história; pelo contrário, é decisivo; os tempos das crianças não se coadunam com o relógio... O tempo desembaraça a história, e isso faz surgir o percurso ambivalente, contraditório, inédito...
Malaguzzi apud Rabitt
Cabe à professora elaborar os encaminhamentos do projeto. É claro que no decorrer do semestre este poderá passar por alterações. A primeira etapa do projeto é a construção da rede (teia), que consiste na organização, para uma melhor visualização, das perguntas das crianças. Neste momento é possível determinar o foco de interesse do grupo e fazer as alterações necessárias no encaminhamento.
No desencadear do projeto é papel da professora: tratar as informações antes de levar para o grupo; elaborar seqüências didáticas, com foco em procedimentos a serem desenvolvidos; utilizar vários recursos (textos, livros, imagens); coletar informações; questionar as crianças (o que queremos saber? o que já sabemos? o que ainda precisamos descobrir? Como faremos?) etc.
Depois de todo esse percurso, faz-se necessário o trabalho de síntese. O grupo recupera todo o caminho percorrido desde o primeiro contato com o tema. Este trabalho permite que a metacognição ocorra, pois a criança relacionará as informações obtidas transformando-as, para que, assim, possa compartilhar com outras pessoas. O “você sabia” é um bom exemplo.
Esta síntese é o que chamamos de produto final: um dossiê, uma revista, uma exposição oral, um álbum etc. Ao iniciar o trabalho é importante que as crianças saibam para que estão estudando!
Sabemos que não é possível aprender tudo sobre um determinado assunto. Os momentos vivenciados no processo aprofundam alguns aspectos e deixam em aberto outras possibilidades de pesquisa que poderão tornar-se um objeto de estudo em outro momento da vida de nossos pequenos.
GIROLeTras
GIROLeTras
As crianças elaboram idéias próprias a respeito dos sinais escritos. Muitas dessas idéias têm influências do meio externo. Por isso, cultivamos o objetivo de ambientes alfabetizadores, estimulantes e desafiadores.
A leitura e a escrita estão em todos os lugares, inclusive na educação infantil: poesias, haicai, trovas, parlendas, rimas, trava-línguas, adivinhas, trocadilhos, sonetos, prosa, histórias, quadrinhos, piadas, lendas, fábulas, cordel, crônicas, mitos, aventuras, romances etc.
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LINGUAGEM MATEMÁTICA
LINGUAGEM MATEMÁTICA
O objetivo de incluir a matemática na Educação Infantil está vinculado à possibilidade de ampliar a experiência cotidiana das crianças em relação aos conhecimentos que constroem em seu ambiente familiar. Neste sentido, a escola possibilitará que continuem se interrogando sobre seu ambiente e os conhecimentos que nele circulam. Assim, ao conviver com a linguagem matemática em circulação e com seus diferentes usos, por exemplo, contar, marcar, enumerar, ordenar, controlar etc., têm a oportunidade de construir conhecimentos cada vez mais amplos sobres os números e o sistema de numeração, sobre espaços e formas e também sobre grandezas e medidas, eixos que estruturam o trabalho nesse segmento. Deste modo, as crianças iniciam seu vínculo com a matemática.
EXPRESSÃO CORPORAL
EXPRESSÃO CORPORAL
As crianças estão sempre nos questionando sobre o que vêem, tocam, cheiram, experimentam e vivenciam. Curiosas e exploradoras, demonstram-nos por meio de gestos e ações como são capazes de agir e pensar sobre o universo que as cercam. Por meio de brincadeiras, as crianças constroem e reconstroem noções que as ajudam na compreensão do mundo, favorecendo o levantamento e o confronto de suas hipóteses, a reflexão contínua de diversas questões, além de facilitar a aproximação com os conhecimentos socialmente construídos por meio da interação com os outros, com os objetos e diversos fenômenos produzidos pela natureza e pelo homem.
Segundo Vygotsky, um organismo não se desenvolve plenamente sem o suporte de outros de sua espécie, o que afirma que todo conhecimento se constrói socialmente. Durante todo o percurso do desenvolvimento das funções psicológicas culturalmente organizadas, é justamente esse aspecto cultural, social, de interação com o outro, que desperta processos internos de desenvolvimento. É o contato ativo do indivíduo com o meio, intermediado sempre pelos que o cercam, que faz com que o conhecimento se construa. O indivíduo tem papel constitutivo e construtivo no processo de desenvolvimento.
LINGUAGEM PLÁSTICA
LINGUAGEM PLÁSTICA
Cada criança é uma artista ao seu modo. Essa é a razão pela qual procuramos oferecer uma quantidade de possibilidades... quanto mais materiais se conhecem mais linguagens se possuem e possuir mais linguagens significa ter mais possibilidades de expressar-se. Não é tanto o produto final, mas o que aconteceu... existe uma séria de relações no âmbito social, cognitivo, afetivo, enquanto se faz alguma coisa... mesmo que, justamente, seja preciso que haja também uma satisfação da criança e do adulto ao ver o produto final.
Arte é mais uma possibilidade de linguagem e, portanto, expressa as diversas formas de ver o mundo... de tornar problemática uma situação do dia-a-dia... A criança apreende e compreende também pela arte; as habilidades de base e a criatividade se potencializam reciprocamente. É preciso realmente aceitar a criança como uma pessoa inteira, com sua afetividade, suas percepções, sua expressão, seus sentidos, sua crítica, sua criatividade.
Considerando que as atividades artísticas também visam a formação intelectual da criança, convém que se possibilite experimentar a livre expressão, a espontaneidade e a sensibilidade às obras de arte. Ter contato com diferentes produções, pode-se pensar os limites da arte. Para liberar a criança, é preciso confiar inteiramente nela e, além disso, dar-lhe os meios para a realização dessa liberdade. Sem o domínio desses meios, a liberdade não acontece.
Isso porque a arte é mais uma das linguagens que a criança pode usufruir e, para que ela possa “construir frases”, é necessário proporcioná-la “vocabulários”. Arte deve desafiar o espectador e ele, surpreendido, deve ir ao encontro dela como se entrasse em uma conversa.
EXPERIÊNCIAS
EXPERIÊNCIAS
Acreditamos que seja fundamental criar um ambiente no qual as crianças tenham a oportunidade de ampliar suas competências e estruturar seus pensamentos, otimizando sua capacidade de aprender. Nesse ambiente, a criança deve ser incentivada a experimentar situações que ampliem seus conhecimentos sobre o mundo que as cercam. A partir disso, elas elaboram, interpretam e conferem novos significados aos elementos da realidade que vivenciam em seu dia-a-dia e tem a oportunidade de experimentar o mundo social e o natural e expressar seu modo particular de compreendê-los.
Conhecimentos sobre como a Terra funciona podem causar na criança uma modificação real nas relações que elas possuem com o ambiente. Ao invés de uma visão utilitária e imediatista da Natureza e de seus recursos, ela ao se conscientizar do significado dos processos naturais sente que faz parte da Natureza e passa a ter cuidado maior em suas atividades cotidianas. As pessoas não apenas usufruem da Natureza, mas também se apropriam e a modificam para suprir suas necessidades. O intenso uso dela já mostra sinais de mudanças desfavoráveis à manutenção da vida. Por isso, é necessário aproximar as crianças do conhecimento de fenômenos e de outros elementos da Natureza, para que elas possas compreender a dinâmica do nosso planeta e as conseqüências da interferência humana sobre o meio físico.
Cada vez que escuto que as crianças pequenas não podem aprender ciências, entendo que essa afirmação comporta não somente a incompreensão das características psicológicas do pensamento infantil, mas também a desvalorização da criança como sujeito social. Nesse sentido, parece que é esquecido que as crianças não são somente ‘o futuro’ e sim que são ‘hoje’ sujeitos integrantes do corpo social e que, portanto, têm o mesmo direito que os adultos de apropriar-se da cultura elaborada pelo conjunto da sociedade para utilizá-la na explicação e na transformação do mundo que as cerca. E apropriar-se da cultura elaborada é apropriar-se também do conhecimento científico, já que este é uma parte constitutiva dessa cultura.
Hilda Wessmann
PROJETO, SEQÜÊNCIAS, ATIVIDADES PERMANENTES E ESPORÁDICAS
PROJETO, SEQÜÊNCIAS, ATIVIDADES PERMANENTES E ESPORÁDICAS
Um projeto pedagógico para a educação infantil deve pautar-se não só em um programa de atividades específicas, mas também nas interações que evidenciem em ações e interações de crianças e adultos. As formas de organização do tempo e do espaço, dos materiais e dos agrupamentos e os procedimentos durante situações específicas devem fazer parte do planejamento.
As crianças de educação infantil passam por ações significativas de tempo. Elas, ao longo do dia, engajam-se em atividade de jogos, atividades de leitura, construções, artes e outras. O dia das crianças apresenta-se como uma unidade temporal natural em que é possível estabelecer os episódios dotados de significados educativos. Portanto, estudar o tempo é uma compreensão do contexto como processo, incluindo a duração e o suceder das atividades, a sua repetição rítmica e a sua distribuição.
| Projetos |
Seqüência didática |
Atividades permanentes |
Atividades esporádicas |
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São situações didáticas, nas quais as crianças e o professor encontram-se comprometidos com um propósito e um produto final. As ações que são propostas guardam em si relações necessárias e ganham sentido em função daquilo que se deseja produzir.
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As atividades são elaboradas com uma seqüência de progressão de desafios a serem enfrentados pelas crianças.
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Desenvolvem-se ao longo de todo o ano ou em grande parte do mesmo, com uma freqüência variada. Exemplo: roda de história, desenho do mês, calendário etc.
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São atividades feitas a partir de alguma ocorrência que chama a atenção das crianças. Exemplo: eventos, fatos mundiais (olimpíadas), temas abordados na mídia etc.
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PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
Um projeto pedagógico para a educação infantil deve pautar-se não só em um programa de atividades específicas, mas também nas interações que evidenciem em ações e interações de crianças e adultos.
As formas de organização do tempo e do espaço, dos materiais e dos agrupamentos e os procedimentos durante situações específicas devem fazer parte do planejamento.
As crianças do Thema passam por ações significativas de tempo. Elas, ao longo do dia, engajam-se em atividades de jogos, atividades de leitura, construções, artes e outras. O dia das crianças apresenta-se como uma unidade temporal, cabe à professora proporcionar episódios significativos.
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SEGUNDA |
TERÇA |
QUARTA |
QUINTA |
SEXTA |
| CANTOS |
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| ATIVIDADE DE ESPERA |
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| RODA DE CONVERSA |
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| LINGUAGEM PORTUGUESA |
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| LINGUAGEM MATEMÁTICA |
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| LANCHE/ HIGIENE |
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| PARQUE |
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| EXPRESSÃO CORPORAL |
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ARTES PLÁSTICAS
DESENHO |
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HISTÓRIA
BIBLIOTECA |
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MUNDO NATURAL
EXPERIÊNCIAS |
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| PROJETO ANUAL |
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AVALIAÇÃO/DOCUMENTAÇÃO
AVALIAÇÃO/DOCUMENTAÇÃO
Na avaliação do processo educacional, são utilizados os resultados da avaliação da criança como fonte de informação e subsídio para aprimoramento do trabalho, objetivando fortalecer o desenvolvimento da criança e a ampliação dos seus conhecimentos.
O processo de avaliação da criança se desenvolve com a observação contínua do seu desempenho nas diferentes experiências de aprendizagem vivenciadas dentro e fora da instituição e tem como objetivo acompanhar o seu desenvolvimento.
Os resultados da avaliação são expressos em relatórios descritivos que refletem o desempenho da criança nas diversas formas de expressão nos domínios afetivos e cognitivos, apresentados aos pais por ocasião das reuniões.
O processo educacional é acompanhado, controlado e avaliado pela Direção, pessoal técnico e docente e pelos próprios pais, com base no desenvolvimento e ajustamento das crianças.
As professoras planejam a seqüência didática de cada atividades, levantando os objetivos a serem alcançados. Com estes dados elas montam pautas de observação, que mais tarde servirão para fazer os relatórios individuais.
O trabalho com a documentação é diário. É necessário registrar as várias fases de um processo. Para isso as professoras fazem portifólios, diários de campo, resenhas de textos etc. O que permite uma constante reflexão sobre a prática, no entrelaçamento com a teoria.
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